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Quero ser Bin Laden
Ontem eu comprei o livro “Os Bin Laden”. Já li um pedaço do prólogo – estava muito cansado.
Já descobri de onde vem a fortuna na família. Veio do pai de Osama, o sr. Mohammed. Ele começou como pedreiro de uma construtora que prestava serviços para petrolíferas.
Cego de um olho, mas astuto como poucos. Ainda não sei como – o livro terá de revelar – Mohammed chegou à riqueza, mas quero fazer igual. Ele teve o dom. Teve 54 filhos e todos ficaram com bilhões após sua morte. Esse é o cara!
Escrito por Daniel Balsa às 19h07
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Revival 2
Nossa... acabo de entrar no blog do meu amigo Tiago Guaranha. Amigo-irmão desde os oito anos de idade. O tempo passa, mas a amizade só fortalece. Acho que nossa são-paulinisse ajuda também.
Mas fiquei emocionado, de escorrer lágrimas, ao lembrar do episódio que ele cita no blog dele. Quando assistimos a final de São Paulo e Flamengo na Supercopa da Libertadores. O jogo foi no Maracanã, mas a torcida mesmo era maior no apartamento 32 do Edifício Tayana.
Realmente esse jogo foi mais especial. Vimos jogos nos estádios, outros na minha casa, outros na casa dele, vimos vitórias de Ayrton Senna, pódios de Rubinho, mas acho que esse foi o maior “evento” entre famílias.
Vamos relembrar: o jogo era depois da novela, quarta-feira e meu pai não queria que eu ficasse até tarde na casa deles. Se não fosse o Luiz (pai dele e do Nelson, outro amigo-irmão), eu teria perdido esta.
Um jogão! O primeiro tinha sido 2 a 2 no Morumbi e no Maracanã não foi diferente. O jogo foi até parecido, dramático e com um jogador do Flamengo se machucando. O Fla poderia ter matado o confronto no Morumbi, mas não conseguiu, graças a então jovem promessa Juninho – que depois virou Paulista.
Mas o São Paulo poderia ter evitado os pênaltis no Maracanã, mas não conseguiu.
Só que nos pênaltis, o São Paulo era bem servido. O Zetti sempre foi bom pegador de pênalti e tinha uma constelação pra converter as cobranças. O São Paulo vinha convertendo todas as cobranças e o Flamengo também. Até que Marcelinho Carioca foi cobrar.
Ele demorou a cobrar. Lembro que o Luiz falou: “esse cara bate bem”. Mas eu respondi que ele tava demorando demais e que ia perder, “porque o Zetti era o maior goleiro do mundo”. E era mesmo. Só que o Zetti nem precisou encostar na bola pra defender. Imponente como sempre, o melhor do mundo só fez o camisa 11 do Flamengo tremer, tanto que bateu na trave.
Depois ficou fácil. Müller – que meses mais tarde faria o gol sem querer mais importante da história do São Paulo, levando o clube ao bicampeonato mundial diante do Milan – converteu a última cobrança.
O Maraca era nossa! A Supercopa era nossa! O Apartamento 32 era nosso! No outro dia, o prédio era nosso. Corintianos, palmeirenses, santistas e até os flamenguistas do Tayana – que eram dois – tiveram de agüentar.
Mas o título não era importante. A presença dos amigos era mais importante, muito mais. Nossa união é muito forte, mesmo com essa distância um pouco maior. Mas quando estávamos juntos, não tinha pra ninguém. O São Paulo atropelava.
Com o tempo, vou lembrando de mais jogos. O Tiago também vai. E vamos preenchendo nossos blogs com histórias que nos remetem a um período muito gostoso de minha vida.
Escrito por Daniel Balsa às 16h38
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Revival

Hoje o Brasil amanheceu em um clima nostálgico. As curvas do Principado de Mônaco foram dominadas por um Senna, como há anos atrás. A bandeira brasileira estava no alto do pódio, como há anos atrás. O que muda é que a vitória não foi de Ayrton e que hoje não foi domingo.
Bruno Senna, sobrinho do tricampeão mundial Ayrton, venceu nesta sexta-feira, 23 de maio (aniversário de Rubens Barrichello), o GP de Mônaco da GP2, principal categoria de acesso à Fórmula 1.
"Foi uma sensação incrível ver o nome Senna novamente no topo do pódio. E pretendo continuar fazendo isso outras vezes, em outras pistas assim como aqui. Já tinha ouvido críticas no passado que diziam que eu não era bom em circuitos de rua. Acho que este resultado é um tapa na cara de quem falou isso", disse Bruno.
Esta vitória, em um dos principais redutos da F-1, dá uma moral enorme para o garoto chegar à maior categoria do automobilismo. Seria especial ver um Senna em cena novamente da Fórmula 1.
Escrito por Daniel Balsa às 16h20
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Cada vez te amo mais

Desde que criei este blog, eu sempre quis falar das coisas que gosto e da forma como eu vejo. Mas nunca quis deixar claro que sou são-paulino para aqueles que não me conhecem. Mas hoje não vou ficar nesse lenga-lenga. Vou deixar evidente minha paixão.
Paixão essa que a demonstro em um dia de muita dor. Meu Tricolor acaba de ser eliminado com um gol nos acréscimos do segundo tempo da Copa Libertadores. Mais alguns minutos e o São Paulo estaria a quatro jogos do Mundial Interclubes, se tudo corresse bem.
Quando saiu o terceiro gol do Fluminense, olhei para todos os cantos, procurando ver algum motivo para anula-lo. Frações de segundos e não encontro nada. Só a lamentação. Começa vir lance a lance na cabeça. A falha do Rogério Ceni, o drible amador que o Hernanes tomou no primeiro gol, a chance perdida do Aloísio...
Fica só a lamentação da eliminação. Mas logo passa. Sai com a urina. Ser são-paulino é uma glória para mim. Não tenho medo algum de morrer. Meu maior receio é não ser da mesma família e são-paulino na próxima vida. É um amor que mata e morre.
Sou daqueles que cresceu vendo o São Paulo ganhando e encantando com Raí, Müller, Palhinha, Zetti, Cafu (ah saudades!)... comandados pelo Mestre Telê Santana (esse a saudade é ainda maior), que se tivesse onze cabeças-de-bagre colocaria jogando pra frente e alcançariam resultados. Depois passamos por alguns títulos não tão expressivos e voltamos às glórias com Rogério Ceni (o maior de todos), Mineiro, Lugano, Danilo...
Quantas conquistas com só 23 anos. Conheço torcedores de outros times, de diversas idades, que nunca ganharam isso. Aliás, estes troféus não são nada perto da glória que é acordar todos os dias sendo são-paulino. Dos 6 bilhões que vivem no planeta, só 12 milhões sabem o que é.
Então é por isso que não fico triste, apesar de não estar mais na Libertadores, que é um campeonato muito importante para o São Paulo. Seria ingratidão imensa. Virão tirar barato, mas faz parte da graça do futebol. Aliás, só perde a Libertadores quem está na Libertadores.
Como eu te amo Tricolor. Como eu te amo demais. O dia em que não existir, eu não vou sorrir jamais. Tricolor tu és minha paixão. Tricolor tu és minha alegria. Tricolor tu és meu viver. Tricolor, como eu amo você.
Portanto, não seria ingrato. De forma alguma. Espero ansiosamente para dormir, descansar e amanhã acordar glorificado por ser são-paulino!
Escrito por Daniel Balsa às 00h46
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Promessa de campanha
Nesse feriado eu prometo atualizar este blog. Falarei da corrida com mais detalhes e fotos tiradas em Ilhabela. Amanhã já tem coisas novas por aqui. Aguardemmmmm!
Escrito por Daniel Balsa às 16h49
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Relaxante muscular e gelol
Participei da Ilhabela Terra & Mar neste sábado, 17 de maio. Era para eu correr 15,6 km e acabei correndo 23,5 km, enfrentando um trecho duríssimo. Estou fazendo um trabalho agora muito complicado e ainda em recuperação, então não vou escrever além disso. Logo mais, os detalhes minuciosos. Abraços!!!
Escrito por Daniel Balsa às 22h38
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